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	<title>estrategias</title>
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	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<pubDate>Fri, 15 Dec 2006 17:20:29 +0000</pubDate>
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		<title>Site da Impacto</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Dec 2006 10:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
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		<description><![CDATA[	A minha empresa de rela&ccedil;&otilde;es públicas&nbsp;oferece&nbsp;uma completa gama de servi&ccedil;os&nbsp;únicos no seu género e inegalavél qualidade.
	Visite o nosso site&#8230;
	http://br.geocities.com/alinacomunica 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<blockquote style="padding-left: 1ex; margin: 0px 0px 0px 0.8ex; border-left: #ccc 1px solid"><p>A minha empresa de rela&ccedil;&otilde;es públicas&nbsp;oferece&nbsp;uma completa gama de servi&ccedil;os&nbsp;únicos no seu género e inegalavél qualidade.</p>
	<p>Visite o nosso site&#8230;</p>
	<p><a href="http://br.geocities.com/alinacomunica">http://br.geocities.com/alinacomunica</a> </p></blockquote>
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		<title>Acessoria de Imprensa</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Dec 2006 10:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
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		<description><![CDATA[	Esta semana, proponho-me reflectir sobre a rela&ccedil;&atilde;o (conflituosa?) entre jornalistas e assessores de Imprensa. A pergunta a que me determino responder é, no mínimo, complexa: há raz&otilde;es para jornalistas e assessores se darem mal?
Mas antes de responder objectivamente, prefiro definir o que é e o que faz um assessor de Imprensa. Segundo o meu professor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><font>Esta semana, proponho-me reflectir sobre a rela&ccedil;&atilde;o (conflituosa?) entre jornalistas e assessores de Imprensa. A pergunta a que me determino responder é, no mínimo, complexa: <u><strong><font color="#cc0066">há </font><font color="#cc0066">raz&otilde;es para</font> <font color="#cc0066">jornalistas e assessores se darem mal?</font></strong><br /></u></font><font /><font>
<p><font>Mas antes de responder objectivamente, prefiro definir o que é e o que faz um assessor de Imprensa. Segundo o meu professor de Estratégias de Comunica&ccedil;&atilde;o, o muito brilhante Prof. Jo&atilde;o Paulo Meneses, um assessor é o intermediário entre o protagonista; a figura que lhe paga, e a Comunica&ccedil;&atilde;o Social. Basicamente, trata-se de intermediar a<strong> </strong>rela&ccedil;&atilde;o entre protagonista e jornalista, (Jo&atilde;o Paulo Menezes, prefácio da aula &laquo;A assessoria de imprensa&raquo;, de J. Paulo Meneses, ISLA).</font></p>
</font><font></font><font>Ao assistir a aula sobre este tema, na quarta-feira passada, o professor sugeriu aos alunos para ver uma série televisiva que ilustrava esta particular situa&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Os homens do Presidente&rdquo;. Pessoalmente, e sendo feminista, optei por seguir fervorosamente &ldquo;Commander in chief&rdquo;, tendo Geena Davis como Presidente. Esta série trata igualmente da chefia presidencial norte-americana. MacKenzie Allen (Geena Davis) tem um Departamento de Comunica&ccedil;&otilde;es subdividido em vários sectores. O sector que me interessa aqui tratar é, evidentemente, o de assessoria de Imprensa. A responsável, uma tal Kelly, tem como principal fun&ccedil;&atilde;o, revelar aos jornalistas, o que a Presidente quer e quando quer. O trabalho dela é esse: &ldquo;vomitar&rdquo; o que patr&atilde;o dela quer, é para isso que é remunerada.<br /></font><font></font><font>Apesar disto poder soar infeliz, se a Presidente quiser revelar uma aberra&ccedil;&atilde;o &agrave; Comunica&ccedil;&atilde;o Social através do seu assessor, é livre de o fazer. No episódio do dia 30de Novembro, um rapaz de origem mu&ccedil;ulmana foi capturado aquando um atentado terrorista numa escola. Na tentativa de obter mais informa&ccedil;&otilde;es sobre os motivos e os objectivos do grupo terrorista a que ele pertence, a Presidente Allen preferiu manter as suspeitas de possíveis ataques em segredo de Estado, a fim de evitar o p&acirc;nico geral. Como n&atilde;o podia deixar de ser, houve uma personagem do <em>staff </em>que a traiu e deixou escapar esta informa&ccedil;&atilde;o. O que acontece a seguir era fácil de prever: gerou-se uma polémica enorme; as escolas fecharam uma após a outra, os pais decidiram fechar os filhos em casa. E quando entram os jornalistas em ac&ccedil;&atilde;o? Ora bem, a polémica gerou-se precisamente quando os <em>mass media</em> tiveram acesso &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es e decidiram exp&ocirc;-las ao público. A meu ver, foi um erro, mas veremos isso mais adiante. <br /></font><font></font><font>Por um lado, temos os jornalistas que t&ecirc;m como propósito, expor a verdade, doía a quem doer. Por outro, temos os assessores que cumprem as ordens dos protagonistas e isso apesar de muitas vezes ir contra vontade deles. Assim, quando a Presidente ordenou &agrave; sua assessora de declarar &agrave; Comunica&ccedil;&atilde;o Social que n&atilde;o havia motivos de preocupa&ccedil;&atilde;o e que a situa&ccedil;&atilde;o estava controlada, acho, enquanto amadora das Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o, que os jornalistas haviam ter compreendido a posi&ccedil;&atilde;o de mediador da Kelly e n&atilde;o ter insistido com perguntas pertinentes. Os assessores regem-se por um código ético, o que significa que devem, moral e juridicamente </font>(?)<font>, proteger o protagonista. Se bem que vai contra a sede de informa&ccedil;&atilde;o do jornalista, este havia de compreender e sobretudo respeitar a postura do assessor. Além disso, estariam a ser hipócritas, visto que também eles t&ecirc;m um código ético e deontológico a adoptar e raramente o infringem. Quanto &agrave;s fontes, quando pretendem manter o anonimato, o jornalista revela apenas e só apenas as dicas dessas e n&atilde;o as comprometem de forma alguma. Ainda bem que falei nas fontes, porque, a bem dizer, o assessor é uma fonte de informa&ccedil;&atilde;o só que limitada. Ent&atilde;o, por que querer&atilde;o os jornalistas comprometer essas fontes? N&atilde;o ficariam todos a ganhar se aprend&ecirc;ssemos a n&atilde;o transgredir imposi&ccedil;&otilde;es? <br /></font><font></font><font>Se há raz&otilde;es para jornalistas e assessores se darem mal? É realmente uma pergunta ratoeira&hellip; Quem cria as raz&otilde;es s&atilde;o as pessoas envolvidas. Penso que estar&atilde;o a fundamentar-se através de argumentos um tanto e quanto simulados para justificar esta conflituosidade. Talvez por serem tantas vezes manipulados, os jornalistas tornaram-se incrédulos e persistem em saber sempre mais&hellip; Pensando bem, &ldquo;gato escaldado de água fria tem medo&rdquo;. Também eu ficaria a suspeitar se Beltrano mandasse o seu assessor falar comigo. É claro que s&atilde;o contratados por uma quest&atilde;o de comodidade mas nem sempre é esse o motivo. Se a bomba explodir, quem ficará com o nome manchado num primeiro tempo será o assessor que deu a cara. É perfeitamente plausível. <br /></font>
<p><font>Será por os jornalistas desvalorizarem o trabalho de assessoria, pensando que s&atilde;o uma pobre réplica deles? Isto é, o assessor restringe-se a revelar factos, histórias que o patr&atilde;o quer mas em termos científicos n&atilde;o t&ecirc;m qualquer mérito; n&atilde;o t&ecirc;m trabalho de pesqui&ccedil;a<strong>.</strong> É possível, mas só mesmo perguntando aos visados da história.</font></p>
	<p>&nbsp;</p>
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<p><font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </font></p>
</font>
</p>
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		<title>o MKT está em todo o lado</title>
		<link>http://alinacomunica.blogsome.com/2006/11/16/o-mkt-esta-em-todo-o-lado/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2006 11:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrator</dc:creator>
		
	<category>Uncategorized</category>
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		<description><![CDATA[	Desde o recém-nascido que abre as goelas e manda berros altíssimos para ser alimentado ao clássico ramo de flores que o marido oferece &agrave; mulher para diminuir suspeitas de adultério. Poderá parecer pateta afirmar tal pressuposto e ainda se questionar&atilde;o sobre a veracidade da minha afirma&ccedil;&atilde;o: &quot;mas um bebé é inocente, nem sequer fala quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Desde o recém-nascido que abre as goelas e manda berros altíssimos para ser alimentado ao clássico ramo de flores que o marido oferece &agrave; mulher para diminuir suspeitas de adultério. Poderá parecer pateta afirmar tal pressuposto e ainda se questionar&atilde;o sobre a veracidade da minha afirma&ccedil;&atilde;o: &quot;mas um bebé é inocente, nem sequer fala quanto mais manipula?&quot;. Ao que responderei que est&atilde;o errados. Um bebé, de facto,n&atilde;o usa a linguagem verbal como nós usámos, mas isso n&atilde;o o torna t&atilde;o inofensivo como acreditamos. Tem uma técnica de comunica&ccedil;&atilde;o baseada na linguagem gestual. Aquele pequerruchinho indefeso, sorridente e que é a nosa cara chapada, sabe comunicar sim, e se sabe! Quando está esfomeado, com a fralda suja, quando está a sofere devido &agrave;s t&atilde;o desagradáveis cólicas, ele arranja uma maneira muito eficaz de se fazer respeitar. E n&atilde;o é que funciona? Vamos ou n&atilde;o (isto quando n&atilde;o mandamos os maridos) a correr, assegurar-nos que ele está bem? Pegamo-lo ao colo e embalamo-lo para o consolar. Pois é&#8230; Isto para dizer que, se a comunica&ccedil;&atilde;o está em todo lado e é praticada por todos, o marketing também.</p>
	<p>O marketing rodeia-nos no nossa dia-a-dia e talvez já n&atilde;o o notamos tanto devido &agrave; sua incalculável difus&atilde;o. Quer dizer, de tanto &quot;levarmos&quot; com ele, habituamo-nos &agrave;&nbsp;presen&ccedil;a dele.&nbsp;Nós sofremos as estrategias&nbsp; de merketing. Sofremos enquanto que consumidores e como cidad&atilde;os.&nbsp; </p>
	<p class="western">N&atilde;o me diga que há gente que ainda se acredita no carinho do Sr. Dr. Ministro Fulano demonstra ter para com o Zé-povinho e isto em plena campanha eleitoral?! Se fosse a enunciar os maiores exemplos de marketing, falava exclusivamente de Política porque realmente temos em abund&acirc;ncia. </p>
	<p class="western">Ainda esta semana, o Ministério da Educa&ccedil;&atilde;o<strong> </strong>foi confrontado com os seus critérios avaliativos no mínimo duvidosos. Algumas escolas &ldquo;inflacionavam&rdquo; as notas dos exames internos que contrastavam com os baixos resultados dos exames nacionais. Terá sido por uma quest&atilde;o de prestígio? </p>
	<p class="western">Atravessando o Atl&acirc;ntico e em direc&ccedil;&atilde;o aos Estados Unidos, encontramos Hollywood e as suas inevitáveis estrelas, que t&ecirc;m penteados extraordinários em dias ordinários enquanto que nós nem no dia do S&atilde;o-Nunca-a-Tarde! Para n&atilde;o mencionar a famosíssima entrega dos prémios, que mais se parece com uma passagem de ricos e altamente ricos, &agrave; diferen&ccedil;a que os deslumbrantes vestidos de seda e as jóias Cartier s&atilde;o alugados ou come&ccedil;am por um K&hellip; </p>
	<p class="western">As ag&ecirc;ncias de publicidade e de consultaria de imagem n&atilde;o t&ecirc;m escrúpulos e pervertem os mais novos com material escolar da Disney, e outras marcas, a pre&ccedil;os exorbitantes. Nada é feito ao acaso. Antes de lan&ccedil;ar qualquer produto, estudam o mercado, seleccionam um público-alvo e identificam a principal característica deste. Geralmente, t&ecirc;m mais sucesso com os adolescentes por serem influenciáveis.</p>
	<p class="western">Se há uma frase que foi incansavelmente repetida ao longo de quatro anos de estudo da Comunica&ccedil;&atilde;o, é que &ldquo;todo ser humano comunica para atingir um objectivo&rdquo;, seja ele qual for. O homem que passa por nós na rua a cantar <font color="#000000">em alto e bom som, poderá estar a faz&ecirc;-lo para </font>exteriorizar a alegria de<font color="#000000">le. &Agrave; primeira vista, concluímos: &ldquo;olha aquele bebeu!&rdquo;, e por mais que tivesse bebido, limitou-se a alcan&ccedil;ar o propósito dele. Portanto, comunicamos sempre e sempre com uma finalidade.</font> Com base naquilo que disse, concluo que se comunicamos por interesse estamos a manipular quem nos queira ouvir. </p>
	<p class="western">Se comunica&ccedil;&atilde;o é manipula&ccedil;&atilde;o e é omnipresente, o marketing, sendo uma técnica da comunica&ccedil;&atilde;o, também o é. </p>
	<p class="western">Uma forma de atingir os nossos objectivos é através dos grupos que muitas vezes ajudam &agrave; concretiza&ccedil;&atilde;o destes.</p>
	<p class="western">Poder-se á dizer que um grupo é uma manobra de marketing? Tudo aponta que sim.</p>
	<p class="western">Poderá verificar a minha dedu&ccedil;&atilde;o no pequeno ecr&atilde;, nomeadamente nos anúncios publicitários, que exp&otilde;em a/o namorado a cozinhar pratos requintados para o c&ocirc;njuge ora para conseguir perd&atilde;o ora para obter permiss&atilde;o para ficar com o cachorro que recolhemos em casa. </p>
	<p class="western">Afinal, a receita para a felicidade resume-se &agrave; &ldquo;massa <em>penne</em> com legumes salteados regados com o infalível azeite Oliveira da Serra&rdquo;.</p>
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	<p class="western">&nbsp;</p>
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